O sol não parou de brilhar O mar não parou de subir e baixar As flores não pararam de crescer E o vento não parou de correr A chuva não parou de cair E o calor fez-se na mesma sentir A neve continua branca e bela E a flor do campo continua amarela Os pássaros fazem ninho nos beirais Como em todos os anos, iguais O nono mês é Setembro Tal como desde que me lembro O cheiro das rosas continua maravilhoso Assim como o da canela delicioso Nada no mundo mudou A ordem das coisas não se alterou Todas continuam no mesmo lugar Onde se acostumaram a estar E nem choveram meteoritos Nem ouvi ninguém aos gritos Só porque tenho a alma vazia Que ao contrario do que se dizia Ainda ninguém veio preencher E assim, aos poucos, foi fácil esquecer Como se ama alguém de coração Ficando apenas a eterna solidão!
às vezes tenho a sensação de que a minha vida é como um sonho. um sonho daqueles em que as nossas bocas se movem formando palavras, pedidos de socorro, gritos de desespero, mas nem um único som nos sai da garganta...
não tenho voz.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Quanto mais vivo e mais aprendo, menos sei. E isso deixa-me mesmo frustrada...
Ouço o ping ping lá fora. Chove e na minha alma também.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Raramente escrevo aqui. Isto é porque ando a escrever noutras paragens.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Felizmente hoje é dia da minha série preferida. Às vezes não é.