terça-feira, 29 de dezembro de 2009

o tempo


queria pedir ao tempo que abrandasse....não estou capaz de alcançar o presente...nem as horas, nem os dias, nem as semanas, nem as pessoas, nem os sorrisos....apenas o tempo a correr como louco à minha frente e eu de olhos fechados, cuidando apenas para não cair, tentanto acompanhar as suas velozes pernas.....

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

pensamentos em dia de chuva...

imagem retirada da net

uma coisa boa num dia de chuva: algo que escrevi em tempos inspirou alguém a fazer uma boa acção

por outro lado, a chuva faz-me sentir saudades do aconchego de um abraço...

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

feliz natal!


um feliz natal para todos, é o meu desejo mais sincero neste momento. que sirva este dia para trazer paz a quem mais precisar dela...


beijinhos & abraços





sábado, 24 de outubro de 2009

Chuva


Aniversário... chuva... não são palavras que liguem bem, mas esta chuva fez-me lembrar um aniversário...há uns dias fez cinco anos que pedi ao homem que foi meu marido para se ir embora de casa... nunca deixo de me lembrar destes aniversários....mesmo que façam lembrar muitas coisas tristes....

Hoje olhei pela janela, vi as gotas de chuva no vidro a deslizarem devagarinho e pensei no tempo que passou, cinco anos, cinco longos anos. Também ha cinco anos estava a olhar pela janela a ver a chuva lá fora, as gotas a deslizarem devagar pelo vidro e as lágrimas a deslizarem devagar pelo meu rosto... isso foi ha cinco anos....hoje já não choro....




terça-feira, 13 de outubro de 2009

pensamentos...


às vezes, mas só às vezes, sinto a falta do amor...

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Uma verdade inegável

"Tens razão, a tua couraça protege-te de quem quer destruir-te. Mas se não a tirares, afastar-te-á também de quem quer amar-te"
Fernão Capelo Gaivota

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Tristezas...





Os meus passos faziam eco na calçada molhada torturando os meus ouvidos. O dia acordara chuvoso e feio e eu ainda mais. Há muito que as lágrimas tinham tomado conta dos meus dias. Há muito que a vontade de rir desaparecera e fora substituída por lágrimas salgadas que a qualquer momento saltavam e me deixavam embaraçada perante quem por perto estivesse. E aquele dia não era excepção. Estava triste, triste, muito triste. A angústia fazia agora parte do meu dia como o café ou o cigarro ou o banho. Olhei o céu cinzento enquanto percorria a distancia do carro ao escritório e pareceu-me ainda mais feio do que antes. A chuva recomeçara a cair. Não tinha trazido guarda-chuva e aos poucos o cabelo longo e solto começou a pingar. O casaco demasiado fino para época ficou ensopado e eu tiritava. As árvores mudas e quietas vigiavam-me e não me davam abrigo. Uma lágrima rolou, mas ninguém viu porque a água da chuva fundiu-se com ela.